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  • Livemocha - rede social para aprendizado de línguas

    November 29th, 2008

    Eu estava pensando em começar a estudar espanhol no começo do ano que vem, quando tive a idéia de procurar por gramáticas de espanhol e algum material online para aprender a língua.

    Acabei descobrindo o Livemocha, um site com material online para aprendizado de línguas que faz uso de redes sociais. A idéia é excelente, e eu estou gostando demais do site. Há um vasto material para estudo, para leitura, escrita e conversação.

    As línguas oferecidas no site incluem inglês, espanhol, português, francês, italiano, alemão, mandarim, japonês, russo e mais algumas línguas. O site teve uma grande sacada de uso de redes sociais, que é a revisão de exercícios de usuários feita por outros usuários. Os exercícios “automatizáveis” vocês consegue ver se acertou na mesma hora. Já coisas mais complicadas como escrita de textos e a pronúncia, você submete a sua resposta no site, e algum usuário terá que revisá-la.

    Por exemplo, eu estou estudando espanhol, e falo português nativamente e inglês fluentemente. Eu posso por exemplo ter amigos lá no site que saibam espanhol e queiram aprender inglês ou português, e então nós podemos nos ajudar. Da mesma forma, qualquer um pode interagir com outras pessoas, ajudar e ser ajudado no estudo de línguas.

    Existem inúmeras redes sociais nas quais o foco é conhecer pessoas, ver fotos e bisbilhotar a vida alheia, mas o Livemocha é o site que eu conheço que fez o uso mais inteligente das redes sociais.

    Estou empolgadíssimo com o site e com certeza ele me ajudará bastante a aprender espanhol e francês, que são as línguas que eu pretendia estudar em breve. Se você também quer estudar línguas estrangeiras, não deixe de conferir o Livemocha, é uma excelente oportunidade de aprender rápido e sem gastar nada.


    Adeus Globo.com, foi um grande prazer

    November 28th, 2008

    Depois de mais de 2 anos e meio, hoje é o meu último dia alocado na Globo.com. A partir de segunda-feira (01/12) já estarei alocado em um novo projeto, também nas Organizações Globo, mas desta vez na Globosat.

    Eu levarei várias boas lembranças, de um período que foi muito positivo para mim. Comparando a minha experiência e maturidade agora com o momento em que entrei na Globo, a diferença é enorme. Tive a oportunidade de trabalhar com profissionais de altíssimo nível e em projetos de enorme importância técnica e de negócio. Tive também a sorte de atuar em áreas com as quais tenho muita afinidade e interesse, o que ajuda bastante no envolvimento de qualquer profissional.

    Quando cheguei à Globo pude vivenciar uma situação nova para mim. Passei a ter a satisfação de ir trabalhar feliz todos os dias. Atuando em um ótimo ambiente de trabalho no qual o software fica em primeiro plano. Com o benefício extra de saber que meu trabalho teria a visibilidade do maior portal de internet da América Latina.

    Além disso, posso dizer que vivi muitos progressos dentro da empresa. Acompanhei o surgimento de produtos como o G1, o 8P, o Futpedia e o Musas, além de um progresso fantástico na plataforma de Vídeos. Acompanhei de perto a produção interna para eventos como a Copa de 2006 e as Olimpíadas de Pequim. Poder vivenciar esse crescimento da empresa foi muito interessante.

    Também me deixou muito feliz a abordagem da Globo.com em relação a Open Source. Quando cheguei na empresa, todo mundo usava Windows, o servidor de aplicações mais usado era o Weblogic e embora já existisse o uso de muitos softwares open source, isso não fazia parte da cultura da empresa.

    Hoje em dia a relação da Globo com Open Source é excelente. Todos apostam no uso de Open Source, os desenvolvedores todos usam Linux, nossos servidores de aplicação são quase todos Open Source, já há vários projetos com banco de dados open source, e a maturidade dos profissionais em relação a Open Source aumentou muito. Pra mim isso foi muito gratificante. Durante mais de 1 ano e meio eu tive a satisfação de trabalhar full time com Linux, e acredito que consegui contribuir um pouco também para que outros utilizassem de forma produtiva.

    Ainda mais importante do que a relação com open source foi a adoção de metodologias ágeis. Quando cheguei na Globo.com a maioria dos projetos era no estilo Waterfall. Não é necessário explicar com detalhes aqui, mas era muito perceptível que os projetos não andavam na velocidade que poderiam.

    Aos poucos o Scrum começou a ser utilizado, e alguns meses depois isso desencadeou uma série de mudanças positivas na empresa. Este ano inteiro eu trabalhei em um time Scrum, e foi uma experiência excelente. Passamos a ter uma equipe multi-disciplinar, tendo contato diário com um designer, com um arquiteto de informação e um desenvolvedor client-side. Isso foi muito benéfico para mim. Acompanhar de perto o trabalho de profissionais de outra especialidade me ensinou muito sobre a atuação deles, e claro, aprendi muito sobre client-side e passei a gostar disso, o que é fundamental para qualquer desenvolvedor web.

    Ao longo do ano nós amadurecemos muito a nossa forma de trabalho, e a utilização de práticas ágeis foi fundamental nisso. Claro que ainda existem arestas a serem aparadas e pontos que precisamos melhorar, mas sem dúvida nosso time evoluiu muito esse ano.

    Tecnicamente o ano foi muito bom para mim também. Participei de projetos muito interessantes como a migração para o e-mail no Google, onde atuei diretamente na integração entre as empresas. Outros projetos muito bacanas foram o novo cadastro e a nova Central do Usuário.

    O projeto de integração com o Google foi o primeiro projeto crítico no qual utilizamos REST, e como tivemos muito sucesso, todas as nossas aplicações já estão usando REST, e falta mais um pouquinho só para que nossa arquitetura seja 100% migrada de comunicações via EJB para REST. Aprendi muuuuuuuito nesse processo, foi uma experiência excelente.

    Os projetos do Cadastro e da Central foram muito interessantes do ponto de vista de produto e do ponto de vista de desenvolvimento. As 2 aplicações foram desenhadas para terem módulos dinâmicos de cadastro. Isso permite que cada produto tenha o seu próprio template de cadastro, e as informações requisitadas dos usuários são configuradas por uma ferramenta de administração.

    O desenvolvimento destas aplicações exigiu um trabalho muito interessante de modelagem e desenvolvimento, com muitas refatorações até que chegássemos no modelo final. Aprendi muito também com esses dois projetos.

    Mas nem só de software vive uma pessoa :)  Nesse meu período na Globo.com eu conheci muitas pessoas fantásticas e fiz muitos amigos. O ambiente de trabalho e as pessoas da Globo.com são um dos maiores motivos para que tenha sido tão legal trabalhar na empresa, e com certeza vou sempre me lembrar disso.

    Meu time de desenvolvimento esse ano é muito bem entrosado e positivo. Tacaram na mesma mistura 2 cariocas, 1 capixaba, 1 prudentino e 1 paraense, e deu muito certo :) Gostei muito da experiência, e vou com certeza sentir falta desses picaretas :)

    Estou indo agora para um novo projeto na Concrete, atuando na Globosat. O pouco que sei do projeto até agora me pareceu muito interessante, e essa mudança de cliente é fundamental para as minhas perspectivas dentro da empresa. Torço muito para essa minha nova empreitada seja tão interessante e produtiva como meu período dentro da Globo.com, e claro, espero contribuir bastante para o sucesso da Concrete em um novo cliente e novo projeto.

    No final das contas, sinceramente espero que eu tenha contribuído tanto com a Globo.com quanto ela contribuiu para a minha carreira e o meu amadurecimento. Foram 2 anos e meio sensacionais e tenho certeza de que a empresa continuará no seu caminho de enorme sucesso, que pude acompanhar neste período.

    Chegou então o momento de dizer Adeus Globo.com, foi um grande prazer para mim!


    m2eclipse is the most unstable Eclipse plugin I’ve ever used

    November 16th, 2008

    I gave up using m2eclipse with Eclipse Ganymede. That’s not premature. I tried my best to figure out a way to use the plugin in a reliable way. However, that’s over now, I quit!

    The plugin would be great and extremely useful if it worked. Really, I’d love to have this plugin as an everyday tool, helping me deliver software. It offers a very productive way to work with Maven in Eclipse, except that it brakes Eclipse in such an unbearable way that I cannot afford to think about using it anymore.

    Initially I was using m2eclipse with an external Maven installation, instead of the embedded one. With this setup, I was facing many (and I mean MANY) NullPointerExceptions doing some Maven stuff in the IDE. It was impossible to work with that much errors, so I tried using the embedded Maven installation.

    Initially it seemed like I was gonna be able to work without problems, but I was wrong. Instead of all the NullPointerExceptions, now Eclipse itself would crash hard when I used the POM editor. Adding a dependency, adding a new build plugin. I was frequently having Eclipse crashes doing this stuff.

    I first thought that it could be just an issue in the “graphical” POM editor, so I tried using the simple XML editor. The errors kept occuring, and I got mad.

    I could live with this problem if my Eclipse crashed 2 or 3 times a day. I’d gladly restart it, and keep working. However, facing Eclipse crashes every 5-10 minutes can make you crazy before you deliver any piece of software.

    I am a man of faith, so I’ll try using it with Eclipse Europa and with minimal features, to see if it hangs on. I use this setup at work, and although it doesn’t work perfectly, at least it stands a whole day without crashing.

    Maven is such a widespread Java tool. It’s far from unanymous among developers, but it’s a very valuable tool for me. I think it deserves much better tooling support, so I hope this Ganymede mess is fixed someday. But maybe the Eclipse ecosystem got so complex that it’s becoming impossible to keep everything stable.

    I’ve tried using Netbeans before, but I couldn’t be nearly as productive as I am with Eclipse. So please Eclipse, please don’t let me down!


    Microsoft coloca o Office na Web

    November 16th, 2008

    Eu considero a Microsoft bem fraca em termos de atuação na Web, mas achei bem legal uma iniciativa recente deles.

    Foi anunciado recentemente o Microsoft Office Web. Embora não seja nada inovador, pois o Google Docs já existe há algum tempo, eu gostei dessa novidade. O serviço ainda não está disponível, mas um FAQ sobre ele já foi publicado.

    Achei interessante que o Office Web suportará o Firefox e o Safari além do IE. Além disso, usuários de qualquer sistema operacional poderão usar o serviço, contanto que tenham um dos browsers suportados. Quando eu soube que lançariam o Office Web, a primeira coisa que veio à minha cabeça foi que só funcionaria com o IE e que seria necessário instalar algum add-on que só funcionasse no Windows. Saber que isso não é verdade foi uma ótima surpresa.

    Eu utilizo com freqüência o Google Docs, e gosto muito da praticidade do serviço. A facilidade de compartilhar documentos e editá-los de forma simultânea é ótima. Desde que comecei a usar o Google Docs, eu raramente uso o Open Office ou Word. Praticamente só uso um dos 2 quando eu tenho que escrever alguma coisa com preocupações em relação a estilos e formatação. O Google Docs é bem limitado neste sentido, infelizmente.

    Com o Office Web, provavelmente o suporte a estilos e formatação será melhor que no Google Docs, e isto pode me estimular bastante a usá-lo e aposentar o OpenOffice e Word, e viver ainda mais na Web.

    Algumas conseqüências bacanas podem surgir deste novo serviço. A competição entre o Office Web e o Google Docs provavelmente trará muitos benefícios aos usuários finais, que deverão ter serviços web gratuitos e de ótima qualidade.

    Além disso, o Office Web fará a Microsoft sofrer um pouco com as incompatibilidades entre os browsers. Suportar as mesmas funcionalidades no IE, Firefox e Safari dará um certo trabalho. Talvez isso desperte uma iniciativa da Microsoft de consertar o IE, e fazer com que os desenvolvedores web em geral tenham menos trabalho com essas incompatibilidades.

    Se o Office Web trouxer essas 2 mudanças, terá sido uma das melhores iniciativas que a Microsoft já teve. Torço para que esse projeto ganhe força e que todos possamos usufruir dos benefícios :)


    Ubuntu virando cada vez mais a distribuição Linux padrão

    November 12th, 2008

    Li recentemente uma matéria que fez um estudo interessante sobre a situação atual do uso de algumas das principais distribuições Linux. O estudo não utilizou uma metodologia exatamente científica, mas as conclusões não deixam de ser válidas.

    O estudo observa uma tendência de que o Ubuntu seja cada vez mais a cara do Linux. Na verdade parece que a “marca” Ubuntu está com um progresso muito mais vigoroso do que a “marca” Linux, e provavelmente em breve a “marca” Ubuntu será a mais forte das duas.

    Eu particularmente acho isso muito bom. Durante muitos anos o percentual de uso das principais distribuições Linux foi muito pulverizado. Havia uma gama enorme de opções, e não havia uma concentração tão forte em torno de nenhuma delas. É verdade que o Red Hat teve uns momentos muito bons até a versão 9 (última versão gratuita), mas depois que eles mudaram o modelo comercial, perderam muitos usuários caseiros.

    Com a concentração em torno do Ubuntu/Kubuntu, acho que as chances de sucesso do Linux no desktop de usuários comuns aumentam muito. Um facilitador muito importante no rápido crescimento do Windows foi que muitas pessoas o conheciam, e então eram capazes de orientar novos usuários e ajudar na solução de problemas de forma rápida. Isso é muito mais fácil quando se tem um sistema operacional e interfaces de usuário com o mesmo padrão.

    Se tivéssemos a grande maioria dos usuários Linux usando Ubuntu/Kubuntu, ficaria muito mais fácil que novos usuários tivessem facilidade em encontrar ajuda. Isso diminuiria muito as barreiras de entrada no uso do Linux em computadores caseiros por pessoas leigas.

    É claro que continuarão existindo outras distribuições, mas com um foco direcionado em públicos específicos, ou finalidades específicas. Não há nada de errado em ter muitas opções, mas a adoção do Ubuntu como padrão facilitaria muito as coisas.

    Uma coisa que eu não consigo entender é o que fazem algumas montadoras de computadores no Brasil. Já cansei de ver computadores com Linux à venda em supermercados e lojas em geral. Isso é legal de se ver. Porém, cada fabricante diferente (e são vários) usa uma distribuição diferente, e pouco comum. Isso com certeza dificulta muito o aprendizado de novos usuários Linux, e o que acaba acontecendo é que as pessoas mais humildes compram cópias piratas do Windows e instalam em suas máquinas que vieram com Linux.

    Será que não seria mais fácil a Itautec, Positivo, CCE, etc etc etc, simplesmente usarem o Ubuntu/Kubuntu e customizarem só uma ou outra coisinha? Porque instalar umas distribuições que ninguém nunca viu, e que dificultam muito mais a vida dos usuários?

    Será que isso é para conseguir vender suporte? Se for, acho que isso é um tremendo tiro no pé, pois as empresas correm um enorme risco de que as pessoas nem comprem os seus produtos ou então simplesmente troquem o Linux que veio instalado por um Windows piratão.

    O sucesso do Linux no desktop do povão pode ser muito ajudado pelo sucesso do Ubuntu, então eu fico muito feliz com o crescimento vigoroso que este vem tendo. Só torço para que as montadoras de PCs nacionais acordem e passem a disponibilizar o Ubuntu em vez de umas distribuições sem-vergonha que ninguém conhece e que ninguém vai usar.

    Ajude o Linux e o Open Source no Brasil. Use e divulgue uma distribuição que até o nosso presidente saiba falar! Ubuntu! :)


    Como estaria o Brasileirão sem os erros de arbitragem?

    November 11th, 2008

    Foi publicada hoje uma matéria excelente no Globoesporte.com. Foi feito um levantamento dos erros de arbitragem em todo o campeonato, e apresentada a situação na qual o campeonato estaria se não tivessem ocorrido os erros de arbitragem.

    Neste campeonato eu vi claramente que o São Paulo foi muito favorecido pela arbitragem, e isso vai lhe garantindo o terceiro título seguido. Acho lamentável que isso ocorra, pois o São Paulo vem jogando um futebol bem feio e chato nos últimos 2 anos. No título de 2006 realmente eles estavam merecendo claramente o título. Em 2007 eles jogaram bem feio, mas foram eficientes. Já esse ano, eles jogaram muito feio e não estavam jogando bem. Não mereciam este título, que provavelmente iria para o Grêmio sem os erros de arbitragem.

    Em tempo: eu simpatizo com o São Paulo, que é o time do meu pai, e em São Paulo é o time que mais gosto. Mas sejamos justos, este ano eles não mereciam ser campeões.

    A matéria do Globoesporte foi muito bem feita, com detalhamento dos jogos e dos lances onde ocorreu erro de arbitragem, e mostrando inclusive os vídeos de cada lance.

    Bom, o meu Flamengo estaria mais ou menos na mesma situação, já sem brigar pelo título, mas bem vivo na briga pela libertadores.

    A classificação atual e a classificação corrigida podem ser vistas abaixo:


    Passed today on SCEA Part I

    November 6th, 2008

    This morning I took the Sun Certified Enterprise Architect Part I Exam. I wasn’t very excited studying for this exam, but the exam itself was just fine.

    What I liked the most about the test was that many questions presented different problems and requirements, and asked me to give the most suitable solution. Besides that, most of the design patterns questions were contextual. Based on a given problem, I had to decide which patterns could help in the design of a good solution for the problem. I liked the fact that these questions made me THINK much more than REMEMBER stuff. There were a few questions focused on specific pattern details, but fortunately they were only a small portion of the exam.

    There are many EJB/JPA questions in the exam, but if you’re familiar with the technologies, you should have no problem with them. The questions were not tricky. If you know the main aspects of these technologies, you’ll be just fine.

    There were several Web Services questions, actually more than I expected. I liked this, because such knowledge is very important for any enterprise architect, and I’m particularly interested in the subject. I have a reasonable experience with web services, and I thought the questions were not very demanding.

    The exam objective that I thought was my weakest was security. I didn’t know much about the JVM Security prior to this exam, and now I’m still no expert, but I did learn a few things.

    Overall, I thought this was a nice exam and definitely it was more pleasant than I expected. I had 120 minutes to do the exam, but it took me around 80 minutes to finish it. The SCJP and SCWCD exams were more tiresome than this one. When I finished the exam, I wasn’t sure if I had passed, but the same thing happened to me in the SCJP and SCWCD exams, and I did ok.

    There are 64 questions in the exam, and the minimum score to pass is 57% (37 questions). I answered 49 questions correctly, which translated into a 76% score.

    Now I must checkout the Part 2 Assignment, and design an application during a 1 year span. I definitely won’t touch anything this year, because I must chill out. I hope Part 2 gives me more pleasure than Part 1, and hopefully I’ll learn a few more things.

    If anyone’s planning to take this exam and want to talk about it, feel free to contact me, and I’ll try to help.


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